Love, Rosie (alerta de spoiler)

Simplesmente acontece. Não há escolha. De repente aquela pessoa se torna diferente e invade todos os seus pensamentos. A resistência, por si só, já se torna uma forma de obsessão.

No caso da Rosie, não. Ele sempre esteve ali. Ao lado dela. Bem pertinho e mais ao alcance do que ela pensava. Ele também, ocupava sua cabeça com distrações para não pensar nela. Afinal, eram amigos.

Ela esqueceu daquele beijo. Ele convidou outra para o baile e a cada cinco anos a vida colocava à prova aquela amizade.

“Não importa onde nem com quem você estiver, eu sempre vou, verdadeiramente e honestamente te amar… como irmãos, como amigo”.  Foi bem até às reticências. Podia ter parado ali.

Sim, eu gosto de comédias românticas. Prefiro aos filmes de ação ou terror. Essa coisa do amor acima de tudo, menos das vaidades. A receita é sempre a mesma e o que me facina é imaginar o que acontece no “felizes para sempre”: a rotina, as manias…  no lugar do “fim”, a legenda deveria dizer: “Tá, e agora?”.

As comédias românticas são boas por que nunca acabam.

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